sábado, 7 de março de 2020

“A nossa casa: O Teatro” XXVIII Festival Carlos Varela


Um obrigado a todos os que tornaram este festival possível.
Começamos já hoje a preparação do próximo ano, na certeza de que seremos
surpreendidos.
Os nossos ilustres jurados, Ana Amaro (Assessora de Relações Públicas
e Marketing da Câmara Municipal do Funchal), Catarina Faria (da direção do
Teatro Municipal Baltazar Dias), Duarte Rodrigues (ator, encenador, formador,
Assistente Técnico na Secretaria Regional de Educação na Direção de
Serviços de Educação Artística), Valério Fernandes (formador, ator e estágio
na Associação Contigo Teatro ) e Yury Rykunov (bailarino, coreógrafo,
formador no Curso Profissional de Artes do Espetáculo – Interpretação, no
Conservatório – Escola das Artes – Engenheiro Luiz Peter Clode) avaliaram
como muito positivas as conversas com os grupos e seus coordenadores;
reforçaram a importância de manter a exigência no que diz respeito ao
cumprimento do regulamento do Festival de Teatro Escolar – Carlos Varela.
É com grande orgulho que a escola e a organização do evento, recebem
este legado e a responsabilidade de acolher todos os jovens que sonham ser
atores, sabendo que todos juntos aprendemos muito mais. Com humildade e
conscientes da responsabilidade, agradecemos a todas as pessoas que
tornaram este evento possível.
Agradecemos ao Conselho Executivo da Escola Secundária Jaime
Moniz, que acolhe sempre este festival com grande orgulho. Agradecemos à
Câmara Municipal do Funchal e à Drª Ana Amaro, pelos brindes que
amavelmente nos foram disponibilizados para os participantes do festival. Ao
Teatro Municipal Baltazar Dias e à Câmara Municipal do Funchal pelo protocolo
e possibilidade de que o “Prémio Carlos Varela” possa ser a entrada no Teatro
Municipal Baltazar Dias.  Ao professor José António Gouveia, que promoveu
com a turma 10º52 a elaboração dos cartazes do evento e o banner do
facebook, particularmente ao aluno Gustavo Barros, que concebeu o cartaz
deste festival. O nosso muito obrigado à turma 10º52. Aos alunos da turma
10º31 e à professora Catarina Gonçalves pela organização da sala e receção
do público em alguns momentos do festival. À professora Alzira Mendes pelo
apoio na organização do festival e pelo registo de imagem. Às professoras
Mariana Gouveia, Maria Luísa Gomes, Mariana Gouveia e Teresa Sofia
Gouveia, pela conceção de elementos do cenário na peça “Combustão”. Às
coordenadoras das atividades extracurriculares Celina Gomes e Maria da
Fonte. Agradecemos ao Núcleo de ginástica da ESJM e à professora Fernanda
Martins. O nosso muito obrigada ao Conservatório - Escola das Artes - Engº
Luíz Peter Clode e ao professor João Paiva, responsáveis pela abertura deste
evento. Agradecemos ao Teatro Bolo do Caco pela sua participação no
Festival, como grupo convidado. Aos formadores que nos possibilitaram os
workshops desta semana: Valério Fernandes (Contigo Teatro), Maria José

Caires (Cepam), Yury Rykunov (Cepam) e Marco Lima (Desvio
Teatro). Agradecemos a José Luís Gomes (Contigo Teatro) pela conferência “A
Importância do teatro escolar”. Ao professor António Freitas também pelo
registo audiovisual e atualização de toda a informação no festival no nosso
blogue (http://omoniz.blogspot.pt)  e na página de facebook. À DSEAM, pela
gravação em vídeo. À DRJD pelo apoio técnico na montagem e
disponibilização dos projetores de luz. Agradecemos ainda ao professor José
Manuel Meneses, à chefe dos funcionários, Srª Gorete Marques, ao Sr. Rocha,
à Srª Margarida Gonçalves, à Srª Natividade, ao Sr. Francisco, Sr. Luís, ao
Mestre Paulo Camacho, ao Sr. Sandrino, por todo o apoio que nos deram
na  limpeza,  revisão, organização e transporte de materiais. Não podemos
também esquecer de agradecer à professora Rosário Martins pela cobertura do
evento no Funchal Notícias. E a todos os que direta ou indiretamente que
tornaram este festival uma realidade!
           
LISTAGEM DOS VENCEDORES
XXVIII Festival de Teatro Escolar – Carlos Varela

Prémio de Melhor Ator
Aluno David Francisco
Grupo Teatro da Alforria
Escola Escola B2/3 Horácio Bento Gouveia
Trabalho “Só voa quem se atreve a fazê-lo”
Autoria António Garcês e Magda Saraiva

Prémio de Melhor Atriz
Aluna Rubina Corte
Grupo Voo à Fantasia
Escola Escola B2/3 e Secundária Padre Manuel Alvares
Trabalho “AM/FM”
Autoria Lilia Pereira e Vanda Caixas

Prémio de Melhor Encenação
Grupo Voo à Fantasia
Escola Escola B2/3 e Secundária Padre Manuel Álvares
Trabalho “AM/FM”
Autoria Lilia Pereira e Vanda Caixas

Prémio de Melhor Realização Plástica
Grupo Voo à Fantasia
Escola Escola B2/3 Padre Manuel Alvares
Trabalho “AM/FM”
Autoria Bernardino Costa, Elisabete Andrade e Vanda Caixas

Prémio de Melhor Sonoplastia
Grupo Grupo de Teatro Alforria
Escola Escola B2/3 Horácio Bento Gouveia
Trabalho “Só voa quem se atreve a fazê-lo”
Autoria António Garcês e Magda Saraiva (dramaturgia)

Prémio de Melhor Texto
Grupo Teatro O Moniz – Carlos Varela
Escola Escola Secundária Jaime Moniz
Trabalho “Combustão”
Autoria Célia Gonçalves (dramaturgia)

PRÉMIO CARLOS VARELA
Grupo Grupo de Teatro Alforria
Escola Escola B2/3 Horácio Bento Gouveia
Trabalho “Só voa quem se atreve a fazê-lo”
Autoria António Garcês e Magda Saraiva

MENÇÕES HONROSAS

Motivo Realização Plástica
Grupo Pollés Máskes
Escola EB 2/3 Dr. Alfredo Ferreira Nóbrega Júnior
Trabalho “Sonho de uma Noite de Verão”

Motivo Realização Plástica
Grupo Teatro O Moniz – Carlos Varela
Escola Escola Secundária Jaime Moniz
Trabalho “Combustão”
Autoria Célia Gonçalves (dramaturgia)

Louvores

Aluno Valentina
Motivo Desempenho
Grupo Pollés Máskes
Escola Escola B2/3 Dr.Alfredo Ferreira Nóbrega Júnior
Trabalho “Sonho de uma Noite de Verão”

Aluno Matilde
Motivo Desempenho
Grupo Pollés Máskes
Escola Escola B2/3 Dr.Alfredo Ferreira Nóbrega Júnior
Trabalho “Sonho de uma Noite de Verão”

Aluno Diogo de Pedro Pereira
Motivo Desempenho
Grupo Clube de Teatro
Escola Escola B2/3 e Secundária de Porto Santo
Trabalho “Chamava-se Gabriel – Uma História sobre a (In)diferença”
Autoria José Campino

Aluno Inês Cortez
Motivo Desempenho
Grupo Teatro da Alforria
Escola Escola B2/3 Horácio Bento Gouveia
Trabalho “Só voa quem se atreve a fazê-lo”

Aluno Afonso Silva
Motivo Desempenho
Grupo Teatro da Alforria
Escola Escola B2/3 Horácio Bento Gouveia
Trabalho “Só voa quem se atreve a fazê-lo”

segunda-feira, 2 de março de 2020

XXVIII Festival Regional de Teatro Escolar - Carlos Varela


NOVA EDIÇÃO, A MESMA TRADIÇÃO! XXVIII Festival Carlos Varela



A Escola Secundária Jaime Moniz acolherá entre os dias 02 e 06 de março o XXVIII Regional de Teatro Escolar – Carlos Varela. Oito escolas de segundo, terceiro ciclos e secundário apresentarão os seus trabalhos a concurso.
A abertura do festival ficará a cargo do grupo de alunos de segundo ano da turma do Curso Profissional de Artes do Espetáculo - Interpretação, do Conservatório Escola Profissional das Artes - Engº Luiz Peter Clode, dia 02 de março, às 11:30H, com o espetáculo “O Mundo como está”, criação coletiva a partir do conto homónimo de Voltaire, sob orientação do professor João Paiva.
Os trabalhos das escolas concorrentes são apresentados a partir de quarta-feira. Faz estreia dia 04 de março, às 10:30H, a peça “Combustão”, adaptação de Fahrenheit 451, de Ray Bradbury, pel’ O Moniz - Carlos Varela. Na quinta-feira, às 9:50H, estará em palco “Só voa quem se atreve a fazê-lo”, adaptação de A. Garcês e M. Saraiva de História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar, de L. Sepúlveda, pelo Grupo de Teatro Alforria, da EB23 Dr. Horácio Bento de Gouveia. O grupo Pollés Máskes, da da EB23 Dr. Alfredo Ferreira Nóbrega Júnior, apresentará às 10:45H, do mesmo dia, “Sonho de uma noite de verão”, adaptação da obra homónima de W. Shakespeare. No turno da tarde, às 14:00H, o grupo Voo à Fantasia, da EBS Padre Manuel Álvares, trará “AM/FM”, dramaturgia de Lília Pereira e Vanda Caixas, a partir de Sempre é uma Companhia, de M. da Fonseca. A Oficina de Teatro Corpus, da Escola Secundária Francisco Franco, pelas 15:50H, levará a palco o trabalho original do grupo “A vida, a morte e o pato”. Na sexta-feira, dia 06 de março, pelas 9:50H, o grupo de Teatro de Santa Cruz, da EBS Santa Cruz, leva a cena “O sonho recuperado”, trabalho original de Vera Gomes. De seguida, pelas 10:30H, o grupo do Clube de Teatro da EBS do Estreito de Câmara de Lobos, apresentará “Violências... no namoro”, da autoria do grupo. O turno da manhã fica concluído com “Chamava-se Gabriel - Uma história sobre a (In)diferença”, adaptação de A História do Homem Calado, de Valter Hugo Mãe, pelo Clube de Teatro da EB do Porto Santo, EBS Dr. Francisco de Freitas Branco.
No festival são atribuídos os prémios de Melhor ator, Melhor atriz, Melhor sonoplastia, Melhor encenação, Melhor texto, Melhor Realização Plástica e Prémio Carlos Varela. São ainda atribuídas menções honrosas e louvores, de acordo com os trabalhos e temáticas apresentadas. O grupo vencedor terá oportunidade de apresentar o seu trabalho no Teatro Municipal Baltazar Dias, dia 30 de maio, às 18:00H, graças a um protocolo celebrado entre a escola que acolhe o festival e Câmara Municipal do Funchal, através da direção do Teatro Municipal Baltazar Dias.
O painel de jurados é constuído por
Ana Amaro, Assessora de Relações Públicas e Marketing, da Câmara Municipal do Funchal; Catarina Faria, do Teatro Municipal Baltazar Dias; Duarte Rodrigues, da Direção de Serviços de Educação Artística, DRE; Eduardo Luíz, da Associação Teatro Experimental do Funchal; Maria José Varela Costa, da Associação Contigo Teatro; Yury Rykunov, do Conservatório – Escola Profissional das Artes – Engº Luíz Peter Clode.
Durante a semana, os alunos de todas as escolas concorrentes são convidados a participar, fora do horário das atuações, em workshops para aprofundar áreas afins às artes do espetáculo. Na segunda-feira, pelas 14:00, o formador Valério Fernandes, da Contigo Teatro, trabalhará “A preparação do corpo e dos sentidos para o trabalho do ator”; na terça-feira, pelas 10:30, a professora Maria João Caires, do CEPAM, dará o workshop “A voz do ator”; no mesmo dia, pelas 14:00, Yury Rykunov, da mesma instituição, fará um workshop de movimento na área da Dança; na quarta-feira, às 14:30, o formador Marco Lima, do Desvio Teatro, dará o workshop “O meu corpo é um concerto de Punk Rock”.
No dia 03 de março, José Luís Gomes, da Contigo Teatro, convidará os presentes a fazer uma reflexão sobre “A importância do Teatro Escolar”.
A cerimónia de encerramento ocorrerá pelas 15:00H, no dia 06 de março, com a atuação do grupo de ginástica rítmica e acrobática “O Liceu”, segue-se a apresentação de “Olimpíada do Livro”, adaptação e encenação de Xavier Miguel, levado a cena pelo Teatro Bolo do Caco. Por fim, o momento esperado por todos os concorrentes: a entrega de prémios, menções honrosas e louvores.
O festival de teatro escolar procura, há 28 anos, formar públicos, criar cidadãos autoconfiantes e potenciar competências nas artes do espetáculo. O professor Carlos Varela, o mentor deste festival, teve o sonho de possibilitar o encontro onde todos tivessem um lugar e pudessem mostrar o seu amor ao teatro. É com muito orgulho que, anualmente, a Escola Secundária Jaime Moniz acolhe todos os jovens que tem o sonho de pisar o palco.


Conservatório - Escola de Artes da Madeira | Curso de Artes do Espetáculo - Interpretação - Turma do 2º Ano: «O Mundo como Está», criação coletiva a partir do conto “O Mundo como Está” de Voltaire


Segunda-feira, 2 de março de 202011h30

Conservatório - Escola de Artes da Madeira | Curso de Artes do Espetáculo - Interpretação - Turma do 2º Ano

«O Mundo como Está», criação coletiva a partir do conto “O Mundo como Está” de Voltaire

"Babuc, as loucuras e excessos dos persas atraíram a nossa cólera. Reuniu-se ontem uma assembleia dos génios da Alta Ásia para decidir se se devia castigar Persépolis ou destruí-la. Vai a esta cidade, examina tudo; conta-me fielmente o que vires e eu resolverei, conforme o teu relato, corrigir a cidade ou exterminá-la. Mas, Senhor - disse Babuc - eu nunca estive na Pérsia, não conheço lá ninguém. Ainda bem, responde Ituriel. Assim serás imparcial. Recebeste do céu o discernimento e eu acrescento-lhe hoje o dom de inspirar confiança. Anda, olha, escuta, observa e nada temas: serás bem recebido em toda a parte. Babuc montou o seu camelo e partiu para a Pérsia com os seus criados.”

O Moniz – Carlos Varela | Escola Secundária Jaime Moniz – Funchal: «Combustão», adaptação de Fahrenheit 451, de Ray Bradbury


Quarta-feira, 4 de março de 202010h30

O Moniz – Carlos Varela | Escola Secundária Jaime Moniz – Funchal

«Combustão», adaptação de Fahrenheit 451, de Ray Bradbury

E se, num futuro bem próximo de nós, todos os livros fossem proibidos?
Numa sociedade em que somos hipnotizados pela ditadura do imediato e da imagem, o poder instalado teme o pensamento crítico: quem tem uma opinião própria é considerado um dissidente, um antissocial.
As redes sociais assumem-se como uma força destruidora do pensamento. A futilidade e o entretenimento de massas facilitam a propagação da ideologia dominante. A “verdade” deixa de ser factual; agora é alterada ao sabor das vontades políticas, que controlam a “Internet Soberana”.
Por isso, os livros, “outrora recetáculos que guardavam aquilo que tínhamos medo de perder”, são queimados e banidos. Quem lê livros é preso e morto sem piedade. 
Montag é um bombeiro cujo emprego consiste em destruir livros proibidos e as casas onde esses livros estão escondidos. No final do dia, regressa para a sua vida apática com a esposa, Mildred, que passa todo o tempo imersa nos seus ecrãs. 
Depois de uma série de acontecimentos que o fazem querer saber porque são os livros tão perigosos ao ponto de ainda haver quem prefira morrer a viver sem eles, Montag começa a questionar a sua própria missão.

Clube O Bartolomeu | EB123 Bartolomeu Perestrelo – Funchal: «Açúcar ou Veneno», de autor desconhecido


Quarta-feira, 4 de março de 202015h00

Clube O Bartolomeu | EB123 Bartolomeu Perestrelo – Funchal

«Açúcar ou Veneno», de autor desconhecido

Trata-se de uma comédia. Gera-se uma confusão com um pacote de açúcar que as personagens (conde, condessa e duas filhas) pensam que é veneno.

Grupo de Teatro Alforria | EB23 Horácio Bento de Gouveia – Funchal: «Só voa quem se atreve a fazê-lo», adaptação de António Garcês e Magda Saraiva da obra História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a Voar, de Luís Sepúlveda


Quinta-feira, 5 de março de 202009h50

Grupo de Teatro Alforria | EB23 Horácio Bento de Gouveia – Funchal

«Só voa quem se atreve a fazê-lo», adaptação de António Garcês e Magda Saraiva da obra História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a Voar, de Luís Sepúlveda

É a história de Zorbas, o gato preto e gordo que mora em Hamburgo que, certo dia, fez três promessas a uma gaivota moribunda, vítima de uma maré negra. A partir desse dia, a vida dos gatos do porto muda porque a palavra de um gato do porto compromete-os a todos. Assim, Colonello, Secretário, Sabetudo e Barlavento comprometem-se a ajudar o seu amigo a criar uma gaivotinha e a ensiná-la a voar. Conseguirão o seu objetivo? Por amor, até onde estarão dispostos a ir? A história, protagonizada por animais, é uma lição de altruísmo e um hino à diferença. A diferença à qual o amor é indiferente e a espécie é apenas um detalhe. Será que nós, seres humanos, temos também a capacidade de amar incondicionalmente alguém diferente? Será que serão necessárias asas para voar?

Pollés Máskes | EB23 Dr. Alfredo Ferreira Nóbrega Júnior – Camacha: «Sonho de uma Noite de Verão», adaptação da obra homóloga de William Shakespeare


Quinta-feira, 5 de março de 202010h45

Pollés Máskes | EB23 Dr. Alfredo Ferreira Nóbrega Júnior – Camacha

«Sonho de uma Noite de Verão», adaptação da obra homóloga de William Shakespeare

Um casal apaixonado decide fugir pela floresta para casar em segredo, sem autorização do pai da noiva. Na floresta, habitada por criaturas mágicas, peripécias atrapalham os planos do casal.

Voo à Fantasia | EB23S Padre Manuel Álvares – Ribeira Brava: «AM/FM»


Quinta-feira, 5 de março de 202014h00

Voo à Fantasia | EB23S Padre Manuel Álvares – Ribeira Brava

«AM/FM», dramaturgia de Lília Pereira e Vanda Caixas, a partir do conto “Sempre é uma Companhia”, de Manuel da Fonseca

Alentejo. Anos 40, aldeia isolada onde não acontece nada. Rotina diária monótona, feita de trabalho árduo, no campo. O Batola, marido da vendeira, imerso no tédio, enche-se de raiva e descarrega na mulher. Dantes, o Rata, o mendigo, ainda trazia novidades de outras terras... Agora, nada... Eis senão quando a possibilidade de animar o espaço e o tempo com a grande novidade que chega à aldeia: a telefonia. Que novos desafios trará a telefonia para este casal e para toda uma aldeia esquecida no tempo? Quem é que manda afinal, o marido ou a mulher? Face à teimosia do casal, um mês será concedido para experimentar, depois, decidir, "pegar ou largar".

Oficina de Teatro Corpus | Escola Secundária Francisco Franco – Funchal: «A Vida, a Morte e o Pato», de Oficina de Teatro Corpus

Quinta-feira, 5 de março de 202015h50

Oficina de Teatro Corpus | Escola Secundária Francisco Franco – Funchal

«A Vida, a Morte e o Pato», de Oficina de Teatro Corpus

Como psicoterapeuta tradicional, a Dra. Ivone sentiu-se espantada quando uma das suas pacientes começou a recordar traumas de vidas passadas que pareciam conter a chave de pesadelos atuais e ataques de ansiedade. Abrem-se então novas portas na sua vida e na sua carreira, ficando a saber como ajudar e também a lidar com a vida, a morte e o pato.