domingo, 19 de março de 2017

Peça “Memória: um filme mudo” no Teatro Municipal Baltazar Dias



O protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal do Funchal, através do Teatro Municipal Baltazar Dias, e a Escola Secundária Jaime Moniz, no decorrer de novembro de 2016, possibilitou que o espetáculo com o “Prémio Carlos Varela”, no XXV Festival Regional de Teatro Escolar – Carlos Varela, tivesse entrada direta no TMBD com atuação marcada para dia 24 de março, às 21:00h.
Estará, portanto, em cena a peça “Memória: um filme mudo”, espetáculo de ‘O Moniz – Carlos Varela’, que conta com a colaboração do clube DancEn?gma. A peça construída a partir de textos Valério Romão, Mia Couto, Fernando Pessoa, Rosa Oliveira, Samuel Beckett e Franz Kafka, pretende retratar, na comemoração do Ano Internacional do Turismo Sustentável, sensações visuais e auditivas associadas ao contacto com novas culturas e línguas, assim como abordar os diferentes conceitos de viagem. Afinal, na vida, somos turistas ou viajantes? 

«Viajamos para passear e observar. Ter novas experiências. Mergulhar na cultura local. Descolocamo-nos de cidade para cidade, de página para página, de língua para língua, nesse trânsito indomável onde encontramos o passado, o presente e novas partes de nós que não conhecíamos. E somos outros.» Os locais onde existimos compõem o ser que somos. Esse peso da mochila nas costas é mais leve do que um sonho não realizado. «Viajar? Para viajar basta existir.» Vamos «de dia para dia, como de estação para estação, no comboio do nosso corpo, ou do destino, debruçados sobre as ruas e as praças, sobre os gestos e os rostos, sempre iguais e sempre diferentes, como, afinal, as paisagens são.»  É através da memória, «o nosso filme mudo interior», que viajamos e existimos: mapeamos as nossas experiências através de imagens, aromas, sensações. A lente com que focamos a vida dos outros; as tentativas de, no trapézio, equilibrarmos o tempo e o ser; os “dias felizes” onde nos descaracterizámos ou nos encontrámos… são as viagens que escolhemos fazer, a moldura de uma vida.  A vida é, efetivamente, o que fazemos dela. «As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos.»


            Não falte! A entrada é gratuita, mediante levantamento de bilhetes.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Entrega de prémios do XXV - Festival Regional de Teatro Escolar - Carlos Varela

FOTOS CARLOS FREIRA.
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 Numa cerimónia rica nas artes do espectáculo, com as atuações da prata da casa, Grupo de Ginástica Rítmica, clube Danc’Enigma, Coro e apresentação de uma versão reduzida do documentário «Teatro do ser: um tributo a Carlos Varela», a Escola Secundária de Jaime Moniz encerrou o XXV Festival Regional de Teatro Escolar – Carlos Varela.
Estiveram presentes neste cerimónia o secretário regional de Educação, Jorge Carvalho, o Diretor Regional de Educação, Marco Gomes, a Diretora Regional da Cultura, Natércia Xavier, e a chefe de Divisão dos Centros de Juventude, Fernanda Viveiros, em representação do Diretor Regional de Juventude e Desporto, que, a par do Presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária Jaime Moniz, Jorge Moreira de Sousa, agraciaram os jovens atores e os seus professores.
Terminadas as apresentações, foi o tempo de divulgar os vencedores dos prémios: Prémio de Melhor Ator Gonçalo Peixe Trabalho: Felizmente há Luar Autoria: Luís de Sttau Monteiro Clube de Teatro da Escola Secundária do Porto Santo
 
Prémio de Melhor Atriz Daisy Melim Trabalho: Felizmente há Luar! Autoria: Luís de Sttau Monteiro Clube de Teatro da Escola Secundária do Porto Santo
  Prémio de Melhor Encenação Núcleo de Teatro do Sol Trabalho: “Electra” Autoria: Tiago Rodrigues Escola Básica Secundária da Ponta do Sol Prémio de Melhor Realização Plástica Núcleo de Teatro do Sol Trabalho: “Electra” Autoria: Tiago Rodrigues Escola Básica Secundária da Ponta do Sol
 
Prémio de Melhor Sonoplastia O Moniz – Carlos Varela Trabalho: “Memória : um filme mudo” Autoria: Rosa Oliveira, Valério Romão, Mia Couto, Fernando Pessoa, Samuel Beckett e Franz Kafka. Escola Secundária Jaime Moniz
 
Prémio de Melhor Texto Clube de Teatro do Porto Santo (adaptação dramatúrgica) Trabalho: Felizmente há Luar! Autoria| Luís de Sttau Monteiro Escola Básica e Secundária Francisco Freitas Branco – Porto Santo
 
Prémio Carlos Varela O Moniz – Carlos Varela Trabalho: «Memória:um filme mudo» Autoria: Rosa Oliveira, Valério Romão, Mia Couto, Fernando Pessoa, Samuel Beckett e Franz Kafka. Escola Secundária Jaime Moniz
  
Menções honrosas Martim Peixoto Trabalho : “O bojador” Grupo: O Comboio Escola B. S. Ângelo Augusto Silva Joana Rodrigues Trabalho : “Memória: um filme mudo” Grupo: O Moniz – Carlos Varela Escola S. Jaime Moniz
 
  Menção Honrosa pelos adereços de cena Vencedora: Escola B. S. Ângelo Augusto da Silva Trabalho:“O Bojador” Grupo: O Comboio Francisca Oliveira Trabalho: “O passado que hoje sou” Grupo: Grupo de Teatro da Apel Escola da APEL   João Silva Trabalho: “Memórias: um filme mudo” Grupo: O Moniz – Carlos Varela Escola Secundária Jaime Moniz
   
Louvores Filipe Rocha Trabalho : “Bullying – tô fora!” Grupo : DraMa’Xico Escola B. S. de Machico Margarida Ornelas Trabalho: “Batatinha com adubo” Grupo :Clube de Teatro Etc. E Tal Escola B. S. Dr. Eduardo Brazão de Castro Jacinta Corte Trabalho; “À Roda da Fortuna” Grupo de Teatro Voo à Fantasia Escola B. S. Padre Manuel Álvares Louvor por caricatura Social Trabalho: “À Roda da Fortuna” Grupo: Voo à Fantasia Escola B. S. Padre Manuel Álvares Louvor pela temática Grupo: DraMa’Xico Escola B. S. de Machico
 


Listagem de vencedores dos prémios do XXV FRTE - CV


Prémio de Melhor Ator

Gonçalo Peixe 

Trabalho| “Felizmente há Luar”

Autoria| Luís de Sttau Monteiro

Clube de Teatro da Escola Secundária do porto Santo


Prémio de Melhor Atriz 

Daisy Melim

Trabalho| Felizmente há Luar»

Autoria| Luís de Sttau Monteiro

Clube de Teatro da Escola Secundária do porto Santo


Prémio de Melhor Encenação

Núcleo de Teatro do Sol

Trabalho| “Electra”

Autoria| Tiago Rodrigues

Escola Básica Secundária da Ponta do Sol


Prémio de Melhor Realização Plástica

Núcleo de Teatro do Sol 

Trabalho| “Electra”

Autoria| Tiago Rodrigues

Escola Básica Secundária da Ponta do Sol


Prémio de Melhor Sonoplastia

O Moniz – Carlos Varela

Trabalho| “Memória : um filme mudo”

Autoria| Rosa Oliveira, Valério Romão, Mia Couto, Fernando Pessoa, Samuel Beckett e Franz Kafka.

Escola Secundária Jaime Moniz


Prémio de Melhor Texto

Clube de Teatro do Porto Santo (adaptação dramatúrgica) 

Trabalho| “Felizmente há Luar”

Autoria| Luís de Sttau Monteiro

Escola Básica e Secundária Francisco Freitas Branco – Porto Santo



Prémio Carlos Varela

O Moniz – Carlos Varela

Trabalho| «Memória:um filme mudo»

Autoria| Rosa Oliveira, Valério Romão, Mia Couto, Fernando Pessoa, Samuel Beckett e Franz Kafka.

Escola Secundária Jaime Moniz


Menções honrosas

Martim Peixoto

Trabalho | “O bojador”

Grupo| O Comboio

Escola B. S. Ângelo Augusto Silva



Joana Rodrigues

Trabalho | “Memória: um filme mudo”

Grupo| O Moniz – Carlos Varela

Escola S. Jaime Moniz


Menção Honrosa pelos adereços de cena

Vencedora | Escola B. S. Ângelo Augusto da Silva

Trabalho| “O Bojador”

Grupo| O Comboio


Francisca Oliveira

Trabalho| “O passado que hoje sou”

Grupo| Grupo de Teatro da Apel

Escola da APEL


João Silva

Trabalho| “Memórias: um filme mudo”

Grupo| O Moniz – Carlos Varela

Escola Secundária Jaime Moniz


Louvores

Filipe Rocha

Trabalho | “Bullying – tô fora!” 

Grupo | DraMa’Xico

Escola B. S. de Machico 


Margarida Ornelas

Trabalho| “Batatinha com adubo”

Grupo | Clube de Teatro Etc. E Tal

Escola B. S. Dr. Eduardo Brazão de Castro


Jacinta Corte 

Trabalho| “À Roda da Fortuna”

Grupo de Teatro Voo à Fantasia 

Escola B. S. Padre Manuel Álvares


Louvor por caricatura Social

Trabalho| “À Roda da Fortuna”

Grupo| Voo à Fantasia

Escola B. S. Padre Manuel Álvares


Louvor pela temática 

Grupo| DraMa’Xico

Escola B. S. de Machico



Agradecimentos

Queríamos agradecer à Direção Executiva da Escola Secundária Jaime Moniz, particularmente, ao Dr. Miguel Miguel da Conceição Nunes.
Ao Xavier Miguel, que fez parte do nosso grupo na direção de atores.
 Ao professor Carlos Rodrigues, cujo contributo foi imprescindível para a realização do documentário “Teatro do Ser: um tributo a Carlos Varela”.
Ao Laboratório de Guitarra, do professor Marco Ribeiro,  ao Clube DancEn?gma, à professora Carla Rodrigues e à Paula Filipa.
Ao Núcleo de ginástica da ESJM e à professora Fernanda Martins.
 Ao professor Pedro Nóia, responsável pelo coro e Clube de Música da ESJM, assim como todos os professores que o constituem.
À professora Mariana Gouveia que nos auxiliou no cenário.
À turma 10º40 que nos proporcionou as máscaras que decoram este ginásio.
Às professores Verónica Neves e Maria Sílvia que integraram o grupo “O Moniz – Carlos Varela” na peça de abertura.
 Ao professor José António Gouveia que orientou a realização de cartazes da turma 10º51  e as imagens do 25 anos do Festival com a turma 12º 52.
 Ao João Brás que criou a imagem da placa do 25º Festival Regional de Teatro Escolar Carlos Varela.
  À Drª Ana Amaro e à Câmara Municipal do Funchal que nos disponibilizou brindes para os participantes no festival.
 Ao Serviço Técnico de Ensino Especial – CAO Funchal que executou os troféus com que pudemos presentear os grupos.
 Ao Teatro Municipal Baltazar Dias e à Câmara Municipal do Funchal que, através de um protocolo, possibilitaram que o grupo vencedor do prémio Carlos Varela pudesse atuar no dia 24 de março no Baltazar Dias.
  Ao professor Duarte Nóbrega pela gravação áudio das peças apresentadas.
 Ao professor Carlos Freira e António Freitas pelo registo fotográfico do evento. O professor António Freitas foi incansável na atualização de toda a informação no festival no nosso blogue (http://omoniz.blogspot.pt)  e na página de facebook da escola.
 À DSEAM, pelo apoio no som e na gravação em vídeo do Festival.
À Direção Regional de Juventude e Desporto, que nos auxiliou nas luzes.
 Aos grupos convidados: TEC, Conservatório – Escola Profissional das Artes, ao Artemotion, ao AltaCena, Estepilhas, que fizeram espetáculos maravilhosos.
Ao Henrique Amoedo que nos honrou com uma palestra e breve atuação do grupo Dançando com a Diferença.
Agradecemos ainda ao professor José Manuel Meneses, à chefe dos funcionários, Srª Gorete Marques, ao Sr. Rocha, ao Sr. Sandrino, à Sr. Francisco, Mestre Paulo Camacho, por todo o apoio que nos deram na revisão, organização e transporte de materiais.
Agradecemos ao TEf por nos ter disponibilizado grande parte do guarda-roupa para a peça “Auto do Gil XXI”.
 Agradecemos à professora Teresa Vasconcelos e José António Gouveia, que fizeram parte do júri para eleição do cartaz do evento.
 Agradecemos a Gorete Lima, Fábio Rodrigues, Elisabete Freitas, Espírito Santo, António Tanque, Ana Martins,  Jorge Silva, José Avelino Martins,  Maria José Rodrigues  que nos auxiliaram com diferentes adereços.

 E todos os que direta ou indiretamente que tornaram este festival uma realidade.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

XXV Festival Regional de Teatro Escolar - Carlos Varela, Escola Secundária de Jaime Moniz 3 a 10 de março de 2017


A morte, a vida, a crença? 

Nos próximos dias 3 a 10 de março, a Escola Secundária de Jaime Moniz acolhe o XXV Festival Regional de Teatro Escolar – Carlos Varela, um encontro de teatro escolar, ao qual são convidadas a participar as todas as escolas da Região Autónoma da Madeira, sendo que, neste ano, os grupos das escolas participantes a concurso são O Moniz – Carlos Varela, da escola anfitriã, que atua na quarta-feira, às 10 horas, com «Memória um filme mudo», a partir de textos de Fernando Pessoa, Franz Kafka, Mia Couto, Samuel Beckett e Valério Romão, e, antes disso, na segunda-feira, às 14 horas, DraMa’Xico, da Escola Básica e Secundária de Machico, que apresenta «Bullying – tô fora!» de Francis Ivanovich. Na terça-feira, às 15 horas e 45 minutos horas, atua Etc. & Tal, da Escola B. S. Dr. Brazão de Castro (S. Roque), com o espetáculo «Batatinha com adubo», original do grupo. Na quarta-feira, a seguir à apresentação d’O Moniz – Carlos Varela, às 11 horas e 45 minutos, o grupo Voo à fantasia da Escola B. S. Padre Manuel Álvares, apresenta «A roda da fortuna», da professora Lília Pereira; de tarde, pelas 14 horas, a Oficina de Teatro Corpus, da Escola Secundária Francisco Franco, traz «A funcionária», um original do grupo, e, às 15 horas e 15 minutos, O Bartolomeu, da Escola B. Bartolomeu Perestrelo, «Alice no país das Couvinhas», uma adaptação de Miguel Vieira. Na quinta-feira, pelas 14 horas, o Grupo de Teatro da Apel, da Escola da Apel, apresenta «O passado que hoje sou», da professora Graça Garcês; às 15 horas e 15 minutos, O Comboio, da Escola B. S. Ângelo Augusto da Silva, traz «O bojador», a partir de Sophia de Melo de Breyner. Na sexta-feira, às 10 horas, o Núcleo de Teatro do Sol, da Escola B. S. da Ponta do Sol, apresenta «Electra», a partir de Tiago Rodrigues, e, por fim, o Clube de Teatro do Porto Santo, da Escola B. S. Dr. Francisco Freitas Branco, traz Felizmente há luar!, de Luís Sttau Monteiro. O Festival arranca na segunda-feira, dia 3 de março, às 20 horas e 30 minutos, com O Moniz – Carlos Varela, que apresenta o espetáculo de abertura, «Um auto do Gil XXI», adaptação das peças Auto da Índia, Exortação da Guerra, Auto da Barca do Inferno, Auto da Feira e Farsa de Inês Pereira de Gil Vicente. Este espectáculo procura, no ano das comemorações dos 25 anos de Festival, replicar a peça d’O Moniz, apresentada no primeiro Encontro regional de Teatro Escolar, organizado pelo professor Carlos Varela. Para agraciar os jovens e coordenadores pelo seu mérito, o júri, constituído por Ana Amaro, da CMF; Diogo Correia Pinto, CEPAM; Duarte Rodrigues, DSEAM; Eduardo Luiz, TEF; João Mário Bettencourt, DRADR; Maria José Assunção, Contigo Teatro; Maria Manuel, docente aposentada do grupo das Artes Visuais; Natércia Xavier, DRC, e Sandra Nóbrega, CMF, entregará, além das menções honrosas e certificados de participação, os prémios de melhor ator, melhor atriz, melhor encenação, melhor texto, melhor realização plástica, melhor sonoplastia e prémio Carlos Varela, este que valoriza o espetáculo mais completo. O Festival conta ainda com uma preleção de Henrique Amoedo, com uma pequena atuação da Associação Dançando com a Diferença, na segunda-feira, às 10 horas, na sala de conferências, e com a atuação de grupos convidados. Na segunda- feira, à tarde, pelas 15 horas e 15 minutos, o Teatro Experimental da Camacha apresenta «Histórias do Realejo com… Alvoroço no galinheiro», original do grupo. Na quarta-feira, pelas 15 horas e 45 minutos, Os Estepilhas estarão «Ao vivo e vivos» no ginásio do Liceu. Na quinta-feira, de manhã, o 2.º ano do Curso Profissional das Artes do Espetáculo – Interpretação do Conservatório (CEPAM), apresentará «KIDS», da autoria de Fabrice Melquiot, seguido do EmocionArte, do ArtEmotion, às 11 horas e 45 minutos, com «Trapos», a partir da Metamorfose de Franz Kafka. Por fim, na quinta- feira, o AltaCena, do DSEAM, apresentará «A estalajadeira», de Carlo Goldoni. Além destes, haverá ainda a projeção do documentário, «O Teatro do ser: um tributo a Carlos Varela», com testemunhos de colegas, familiares, amigos e de antigos elementos d’O Moniz, numa sentida homenagem ao fundador do grupo. No encerramento do festival, será apresentado um espetáculo com a participação do grupo de Ginástica Rítmica da escola, coordenado pela professora Fernanda Martins, de Educação Física; seguindo de uma apresentação do grupo de dança da Escola, Danc’En?gma; depois, pelo coro da escola, coordenado pelo professor Pedro Nóia, de Matemática, seguido pela entrega de prémios, terminando este com um breve encerramento pel’O Moniz – Carlos Varela. Sendo assim, prevê-se uma semana cheia de gestos e palavras, em que, através do teatro, mergulharemos na cultura local, homenageando os seus atores. 

Funchal, 24 de fevereiro de 2017 
A organização, 
Carla Martins Micaela Martins

Programa XXV Festival Regional de Teatro Escolar - Carlos Varela

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O Moniz – Carlos Varela (E. S. Jaime Moniz) - «Um auto do Gil XXI»



Sexta-feira, 3 de março de 2017 - 20h30

O Moniz – Carlos Varela (E. S. Jaime Moniz)

«Um auto do Gil XXI», a partir de Auto da Índia, Auto da Barca do Inferno, Exortação da Guerra, Auto da Feira, Farsa de Inês Pereira e excertos de Livro do Desassossego- Bernardo Soares e do poema «Anjos ou deuses, sempre nós tivemos», Álvaro de Campos.

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Jesus! Jesus! Albertina tem um relacionamento adúltero com dois amantes, Lorenzo e António Pires. Ricardo Simões, advogado corrupto, é também o marido enganado e complacente, que se alegra por voltar a estar com a “querida esposa”. “Os homens são deuses ou diabos… conforme o sonho que escolhem viver. É sempre tempo de mudar o percurso.”

Atualizando a mensagem de Gil Vicente, faz-se uma homenagem ao fundador de “O Moniz”, procurando recriar os primeiros textos trabalhados pelo grupo.

Henrique Amoedo e Associação Dançando com a Diferença - «Excursando com Henrique Amoedo e Dançando com a Diferença»

Segunda-feira, 6 de março de 2017 – 10H00

Henrique Amoedo e Associação Dançando com a Diferença

«Excursando com Henrique Amoedo e Dançando com a Diferença»

Surgindo de uma criação de Telmo Ferreira, “Mundo Dividido em 4”, busca a personificação da beleza e vaidade. Num caminho entre ritmo e movimento, através deste solo, existe uma busca pelo melhor da vida, onde o sorriso e a felicidade são estrelas.


Henrique Amoedo, Diretor Artístico. Doutorando em Motricidade Humana na Especialidade Dança e Mestre em Performance Artística – Dança pela FMH-Faculdade de Motricidade Humana / Universidade de Lisboa, Portugal. Concluiu os seus estudos com a dissertação de mestrado: “Dança Inclusiva em Contexto Artístico: Análise de Duas Companhias”, onde apresenta o conceito de Dança Inclusiva. Pós-Graduado em Consciencialização Corporal e Licenciado em Educação Física e Desportos. Coreógrafo e Diretor Artístico do Dançando com a Diferença.

O Moniz – Carlos Varela, com a colaboração de Carlos Rodrigues (E. S. Jaime Moniz) - «Teatro do ser: um tributo a Carlos Varela»

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Segunda-feira, 6, 7 e 10 de março de 2017

O Moniz – Carlos Varela, com a colaboração de Carlos Rodrigues (E. S. Jaime Moniz)

«Teatro do ser: um tributo a Carlos Varela»

Uma recolha de testemunhos de antigos alunos-atores, colegas, amigos, colaboradores e familiares de Carlos Varela, para evocar a memória do fundador d’O Moniz e a pessoa que lançou o Festival Regional de Teatro Escolar, primeiramente, conhecido como Encontro Regional de Teatro Escolar. Um homem que foi muito intensamente no teatro do SER, que deixou marcas profundas em todos e que ajudou a ser tantos outros.

DraMa’Xico (E. B. S. Machico) - «Bullying – tô fora!», de Francis Ivanovich

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Segunda-feira, 6 de março de 201714H00

DraMa’Xico (E. B. S. Machico)

«Bullying – tô fora!», de Francis Ivanovich.


Num momento em que a sociedade discute as relações interpessoais e analisa novas formas de promover o respeito entre as pessoas e a paz entre os povos, a reflexão aprofundada sobre o bullying se faz necessária. A peça "Bullying, Tô Fora!" contribui fortemente para esse trabalho. É uma peça teatral com músicas, linguagem dinâmica, emocionante e envolvente sobre este sério problema. A peça aborda situações reais e as diversas formas de bullying, além de propor uma séria reflexão sobre o papel da família, da escola e da sociedade diante desse tema incómodo.

Teatro Experimental da Camacha - «Histórias do Realejo com… “Alvoroço no Galinheiro”», original do grupo

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Segunda-feira, 6 de março de 201715H15

Teatro Experimental da Camacha

«Histórias do Realejo com… “Alvoroço no Galinheiro”», original do grupo.

«Alvoroço no Galinheiro» conta a história de um galinheiro onde o velho e sábio rei Galo está cansado e não consegue cantar direito o despertar. Então, decide reformar-se. Dois jovens galos, o Galo Cró e o Galinho Adolescente, disputam o lugar de novo chefe, tal como o amor da filha do Rei Galo, Crácrá.

Numa aventura cheia de peripécias, a história procura mostrar também a transição criança/  adolescente / adulto, de uma forma lúdica e divertida.   

Etc. & Tal – E. B. S. Dr. Eduardo Brazão de Castro (S. Roque) - «Batatinha com adubo», original do grupo

 
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Terça-feira, 7 de março de 201714H00

Etc. & Tal – E. B. S. Dr. Eduardo Brazão de Castro (S. Roque)

«Batatinha com adubo», original do grupo.


A peça reflete, de forma caricata, o bom relacionamento existente entre os vendedores num tradicional mercado. O mercado “Batatinha com adubo”, que assegura promover uma agricultura biológica, foi assaltado e as duas candidatas a presidente do mercado tentam impressionar, com variados argumentos, a população. Como não podia faltar, este acontecimento é noticiado em direto na televisão por uma jornalista com muita experiência no Secret Story. Mas vamos também contar com a participação de duas estrelas da música e de uma figura carismática do desporto. 

O Moniz – Carlos Varela, com colaboração de Danc’En?gma e Laboratório de Guitarra (E.S. Jaime Moniz) - «Memória: um filme mudo», a partir de textos de Valério Romão, Mia Couto, Fernando Pessoa, Samuel Beckett e Franz Kafka

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Quarta-feira, 8 de março de 201710H00

O Moniz – Carlos Varela, com colaboração de Danc’En?gma e Laboratório de Guitarra (E.S. Jaime Moniz)

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«Memória: um filme mudo», a partir de textos de Valério Romão, Mia Couto, Fernando Pessoa, Samuel Beckett e Franz Kafka.

“Viajamos para passear e observar. Ter novas experiências. Mergulhar na cultura local.” Descolocamo-nos de cidade para cidade, de página para página, de língua para língua, nesse trânsito indomável onde encontramos o passado, o presente e novas partes de nós que não conhecíamos. E somos outros. Os locais onde existimos compõem o ser que somos. Esse peso da mochila nas costas é mais leve do que um sonho não realizado. “Viajar? Para viajar basta existir.” Vamos “de dia para dia, como de estação para estação, no comboio do nosso corpo, ou do destino, debruçados sobre as ruas e as praças, sobre os gestos e os rostos, sempre iguais e sempre diferentes, como, afinal, as paisagens são.”
É através da memória, “o nosso filme mudo interior”, que viajamos e existimos: mapeamos as nossas experiências através de imagens, aromas, sensações. A lente com que focamos a vida dos outros; as tentativas de, no trapézio, equilibrarmos o tempo e o ser; os “dias felizes” onde nos descaracterizámos ou nos encontrámos… são as viagens que escolhemos fazer, a moldura de uma vida.

A vida é, efetivamente, o que fazemos dela. “As viagens são os viajantes. O que vemos não é o que vemos, senão o que somos.”

Voo à Fantasia (E. B. S. Pe. Manuel Álvares – Ribeira Brava) - «A roda da fortuna», de Lília Pereira

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Quarta-feira, 8 de março de 201711H45

Voo à Fantasia (E. B. S. Pe. Manuel Álvares – Ribeira Brava)

«A roda da fortuna», de Lília Pereira

Eduardo é um jovem rico que regressou dos seus estudos pela Europa. Logo lhe aparecem muitas pretendentes no faro do dinheiro. Uma outra, Ana, deveras apaixonada por ele, retrai-se, humilde e consciente da sua baixa condição social. 

Em suma, uma caricatura de contrastes, egoísmo materialista VS altruísmo, presentes na sociedade.

Oficina de Teatro Corpus (E. S. Francisco Franco) - «A funcionária», original do grupo

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Quarta-feira, 8 de março de 201714H00

Oficina de Teatro Corpus (E. S. Francisco Franco)

«A funcionária», original do grupo.

A funcionária trabalha serena e calmamente enquanto na escola o tempo corre, as aulas passam e a vida continua. A vida escolar é uma complexa teia de emoções, tornando-se muitas vezes numa verdadeira montanha russa de alegrias, tristezas, simpatias, choros, amizades, ódios, pânicos e frustrações. Surge a necessidade de agir de forma diferente e a funcionária tem uma palavra a dizer.

O Bartolomeu (E. B. Bartolomeu Perestrelo) - «Alice no país das Couvinhas», adaptação de Miguel Vieira

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Quarta-feira, 8 de março de 201715H15

O Bartolomeu (E. B. Bartolomeu Perestrelo)

«Alice no país das Couvinhas», adaptação de Miguel Vieira.


 Alice, ao passear na horta da sua casa, encontra uma flor que fala e um coelho cor- de- rosa que a fazem entrar num mundo mágico. Por fim, após algumas peripécias, volta a acordar na horta da sua casa.

Estepilhas - «Ao vivo e vivos»

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Quarta-feira, 8 de março de 201715H45

Estepilhas

«Ao vivo e vivos»


Os Estepilhas são um grupo de comédia de improviso composto por 3 atores e 1 moderador, que representam através de jogos de improviso, tendo já levado aos palcos da Madeira boa disposição e descontracção com o teatro de comédia, direccionado a todas as faixas etárias. Para o efeito, o público será sempre a principal personagem destes jogos teatrais, sugerindo os temas do improviso.

2.º Ano do C. P. das Artes do Espetáculo – Interpretação do CEPAM - «KIDS», de Fabrice Melquiot

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Quinta-feira, 9 de março de 2017 – 10H00

2.º Ano do C. P. das Artes do Espetáculo – Interpretação do CEPAM

«KIDS», de Fabrice Melquiot


Entre uma colina e a planície… um rapaz olha para a cidade. Os restantes sobreviventes, órfãos, de uma guerra devastadora surgem gradualmente nos vários espaços desta cidade. Uns anseiam satisfazer a fome, outros semeiam pedras brancas sobre os mortos, outros ainda querem atravessar a ponte, mas há um sonho que todos partilham: sobreviver. Contudo, a noite cai.

EmocionArte (Artemotion) - «Trapos», adaptado por Paula Filipa, a partir de Metamorfose de Franz Kafka

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Quinta-feira, 9 de março de 2017 – 11H45 

 EmocionArte (Artemotion) 

 «Trapos», adaptado por Paula Filipa, a partir de Metamorfose de Franz Kafka

Esta peça revela o homem moderno na sua sinistra condição. Com uma rotina diária que o leva à exaustão física e psicológica, Gregório acorda um dia transformado num ser repugnante, um grande inseto. Consequentemente vê-se obrigado a esconder-se do mundo no seu quarto e a pressão das exigências do quotidiano assim como o afastamento por parte da sua família, Gregório isola-se completamente do conceito de humano. Kafka criou uma parábola terrível sobre a alienação humana através de uma narrativa sobre o absurdo da vida e os processos de exclusão típicos da condição humana. Com uma adaptação de Paula Filipa o grupo de teatro EmocionArte da escola Artemotion traz a cena este espetáculo com mais de 100 anos.

Grupo de Teatro da Apel - «O passado que hoje sou», de Graça Garcês

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Quinta-feira, 9 de março de 2017 – 14H00

Grupo de Teatro da Apel

«O passado que hoje sou», de Graça Garcês


Pai e filha, após o recente falecimento da matriarca, combinam um encontro num café para conversarem sobre possíveis destinos de férias. Porém, a filha, ao chegar ao local, apercebe-se que o pai estava atrasado. Após algum tempo de espera e de várias tentativas para o contactar, eis que ele chega ao café acompanhado por um agente policial. É então que a filha se apercebe que, a partir daquele momento, nada mais será igual. Apesar da sua nova realidade inesperada, ela decide não alterar os planos.   

O Comboio (E. B. S. Ângelo Augusto da Silva) - «O Bojador», a partir de Sophia de Melo Breyner e Andresen

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Quinta-feira, 9 de março de 2017 – 15H15

O Comboio (E. B. S. Ângelo Augusto da Silva)

«O Bojador», a partir de Sophia de Melo Breyner e Andresen


O presente trabalho pretende ser uma recriação da mundividência do momento histórico dos descobrimentos. Utilizando artifícios de alguma intertextualidade, invocando pelo discurso poético, autores consagrados da literatura portuguesa, pretende ser uma abordagem tão cuidada quanto possível do texto de Sophia. Música, dança, expressão teatral, compõem esta representação de um imaginário dos primeiros esforços da expansão marítima portuguesa, representado por alunos que frequentam o segundo ciclo. Logo jovens que agora começam a dar os primeiros passos nos meandros da representação. 

AltaCena (DSEAM) - «A estalajadeira», de Carlo Goldoni

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Quinta-feira, 9 de março de 2017 – 17H00

AltaCena (DSEAM)

«A estalajadeira», de Carlo Goldoni


Uma jovem, uma estalagem, múltiplas vidas, cruzam-se sentimentos e pretendências. Os amores e desamores de uns hóspedes e as aventuras de uns (outros) hóspedes cruzam-   -se num enredo que se pretende quotidiano. Aqui, a ação desenrola-se ao sabor das personalidades e cada reencontro é uma renovação crescente que se pretende real e eterno. Os homens que se oferecem para pretendentes, as mulheres que se querem pretendidas e os outros, que recusam este padrão e se deixam levar por suas conveniências e interesses... os criados, esses divertem-se.